Alice não quer dormir junto, quer foder. Gozar e fazer Gozar. Alice gosta dos suspiros, dos gemidos, do toque, do odor, do suor. Gosta do começo simples, dos toques leves que aumentam de frequência, do "continua", da forma com a qual se movem os músculos, dos batimentos acelerados... E principalmente, Alice gosta de observar a outra pessoa no ápice.
Alice sabe que o momento em que se chega ao ápice, é o único momento em que a alma é despida. O momento em que ninguém é médico, ativista, recatado, tímido ou atirado. É ali, no gozo que ninguém consegue pensar na forma com a qual vai gemer, vai se movimentar ou respirar. O momento em que verdadeiramente nos tornamos quem somos. Alice quer foder, não amar.
Ao término, o amor é só mais um contrato social com vencimento muitas vezes premeditado.
Mas nunca se sabe quando aquela foda vai ser por apenas um dia, ou por muitos deles.

Sensacional!
ResponderExcluirTodos deveríamos foder e foder e foder, nada é mais lindo que o instinto
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