quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Birra




Tantos sonhos que já não sei quem sou, ser físico imutável nas variáveis, ou simplesmente virei personificação de alma que não para e voa.
Tanto para viver, tanto para escrever... Ufanismo primaveril, romantismo do século XIX, fórmulas químicas e matemáticas. Descrições do amor, dos toques, das músicas, do futuro e das melhores das recordações. Gente simples, vendedor de comida típica, boteco com música boa e luau, acampamento com amigos e fogueira... Tenho tanta memória bonita no coração que juro, não entendo quem gasta tempo para escrever algo ruim sobre quem quer que seja.
 É preciso deixar as mágoas do passado para trás se quiser sorrir no futuro. 

 Que entenda como ameaça: Se destilar veneno novamente, vai ganhar um ABRAÇO. Sei que a inveja escorre quando falta amor.

 Não comparo com os porcos, a sujeira deles é só física. Péssimo é ter olhar lindo, enquanto a alma é podre.

Nenhum comentário:

Postar um comentário